sábado, 27 de abril de 2013


Bolívia cria lei contra o feminicídio para frear a violência contra mulheres

La Paz, 9 mar (EFE).- O presidente da Bolívia, Evo Morales, promulgou neste sábado uma lei para castigar o feminicídio com 30 anos de prisão com o propósito de frear este tipo de crime que desde o 2009 já tirou a vida a 403 bolivianas, 21 delas neste ano. O líder assinou a "Lei Integral para Garantir às Mulheres uma vida livre de violência" no Palácio do Governo de La Paz, em um ato ao qual assistiram organizações de mulheres indígenas, de feministas e de defesa dos direitos humanos. Morales disse que a lei tem que ser uma contribuição efetiva para frear a violência e as agressões contra a mulher e garantiu os fundos necessários para a aplicação da norma, ao mesmo tempo em que pediu ao Parlamento e a seus ministros os regulamentos respectivos para que a lei ingresse plenamente em vigor em um ou dois meses. A lei de 100 artigos incorpora no Código Penal o delito do feminicídio, definido como o assassinato de uma mulher por sua condição de mulher, com uma pena de 30 anos sem direito a indulto, a sanção mais alta que tem a legislação boliviana. A violência contra as mulheres é "uma ação de extrema" agressão que "viola o direito fundamental à vida e causa a morte da mulher pelo simples fato de ser", diz a norma promulgada. Segundo o Centro de Informação e Desenvolvimento da Mulher (Cidem), desde 2009 foram registrados na Bolívia 403 casos de feminicídios, 21 deles nos dois primeiros meses de 2013, e 218 assassinatos de mulheres por insegurança cidadã e outras causas. Organizações sociais discutiam os artigos da norma há três anos, mas sua aprovação foi acelerada no Parlamento depois que em 12 de fevereiro a jornalista Hanalí Huaycho fora assassinada a punhaladas na presença de seu filho de cinco anos por seu marido, o tenente de polícia Jorge Clavijo. O caso comoveu o país, onde sete de cada dez mulheres sofrem algum tipo de violência, segundo o Cidem. Atualmente, se investiga com análise genéticas se um cadáver que foi encontrado na segunda-feira por camponeses de Asunta, ao nordeste de La Paz, corresponde ao de Clavijo. A nova lei identifica vários tipos de violência contra a mulher, entre eles a física, psicológica, simbólica, sexual, nos direitos reprodutivos, a patrimonial, econômica e a midiática (com estereótipos nos meios de comunicação). Além disso, cria tribunais e procuradorias especiais em matéria de violência contra as mulheres e inicia "a Força Especial de Luta Contra a Violência" dependente da polícia, que averiguará com monopólio e deterá os autores das agressões. A legislação instrui a instalação das "casas de amparo" nas cidades e no campo para proteger as mulheres em uma separação temporária dos cônjuges acusados de violência machista. Também estabelece a obrigação de aplicar políticas preventivas e de formação nas escolas e declarar alertas de até um ano em municípios, distritos ou bairros com altos índices de violência, o que permitirá ao Estado ações intensivas para freá-la. No quinquênio 2007-2011, foram apresentadas na Bolívia 247.369 denúncias por violência machista, das quais apenas 51 casos foram concluídos com uma sentença, segundo as estatísticas do Cidem. Morales expressou que a causa da violência contra a mulher está na desigualdade e na dominação que sofre e comentou que há tantas formas de agressão e que nenhum homem se salva da culpa. O líder também pediu às organizações indígenas e feministas que expliquem às mulheres que seus parceiros não têm direito de agredí-las e que não ocultem as denúncias de violência. Morales eez esse pedido após relatar uma lembrança de sua juventude de quando tentou sem sucesso frear um homem que batia em sua esposa indígena na rua, uma cena comum em algumas zonas bolivianas. Perante sua surpresa, segundo disse, foi a mulher que reagiu para rejeitar sua mediação, justificou a surra que sofria por parte do marido e depois ambos agrediram Morales por se meter na confusão. "Tive que escapar", lembrou ao insistir que as mulheres devem entender que seu marido não tem direito de agredí-las. EFE ja/ff (foto)

    Bolívia cria lei contra o feminicídio para frear a violência contra mulheres

      La Paz, 9 mar (EFE).- O presidente da Bolívia, Evo Morales, promulgou neste sábado uma lei para castigar o feminicídio com 30 anos de prisão com o propósito de frear este tipo de crime que desde o 2009 já tirou a vida a 403 bolivianas, 21 delas neste ano. O líder assinou a "Lei Integral para Garantir às Mulheres uma vida livre de violência" no Palácio do Governo de La Paz, em um ato ao qual assistiram organizações de mulheres indígenas, de feministas e de defesa dos direitos humanos. Morales disse que a lei tem que ser uma contribuição efetiva para frear a violência e as agressões contra a mulher e garantiu os fundos necessários para a aplicação da norma, ao mesmo tempo em que pediu ao Parlamento e a seus ministros os regulamentos respectivos para que a lei ingresse plenamente em vigor em um ou dois meses. A lei de 100 artigos incorpora no Código Penal o delito do feminicídio, definido como o assassinato de uma mulher por sua condição de mulher, com uma pena de 30 anos sem direito a indulto, a sanção mais alta que tem a legislação boliviana. A violência contra as mulheres é "uma ação de extrema" agressão que "viola o direito fundamental à vida e causa a morte da mulher pelo simples fato de ser", diz a norma promulgada. Segundo o Centro de Informação e Desenvolvimento da Mulher (Cidem), desde 2009 foram registrados na Bolívia 403 casos de feminicídios, 21 deles nos dois primeiros meses de 2013, e 218 assassinatos de mulheres por insegurança cidadã e outras causas. Organizações sociais discutiam os artigos da norma há três anos, mas sua aprovação foi acelerada no Parlamento depois que em 12 de fevereiro a jornalista Hanalí Huaycho fora assassinada a punhaladas na presença de seu filho de cinco anos por seu marido, o tenente de polícia Jorge Clavijo. O caso comoveu o país, onde sete de cada dez mulheres sofrem algum tipo de violência, segundo o Cidem. Atualmente, se investiga com análise genéticas se um cadáver que foi encontrado na segunda-feira por camponeses de Asunta, ao nordeste de La Paz, corresponde ao de Clavijo. A nova lei identifica vários tipos de violência contra a mulher, entre eles a física, psicológica, simbólica, sexual, nos direitos reprodutivos, a patrimonial, econômica e a midiática (com estereótipos nos meios de comunicação). Além disso, cria tribunais e procuradorias especiais em matéria de violência contra as mulheres e inicia "a Força Especial de Luta Contra a Violência" dependente da polícia, que averiguará com monopólio e deterá os autores das agressões. A legislação instrui a instalação das "casas de amparo" nas cidades e no campo para proteger as mulheres em uma separação temporária dos cônjuges acusados de violência machista. Também estabelece a obrigação de aplicar políticas preventivas e de formação nas escolas e declarar alertas de até um ano em municípios, distritos ou bairros com altos índices de violência, o que permitirá ao Estado ações intensivas para freá-la. No quinquênio 2007-2011, foram apresentadas na Bolívia 247.369 denúncias por violência machista, das quais apenas 51 casos foram concluídos com uma sentença, segundo as estatísticas do Cidem. Morales expressou que a causa da violência contra a mulher está na desigualdade e na dominação que sofre e comentou que há tantas formas de agressão e que nenhum homem se salva da culpa. O líder também pediu às organizações indígenas e feministas que expliquem às mulheres que seus parceiros não têm direito de agredí-las e que não ocultem as denúncias de violência. Morales eez esse pedido após relatar uma lembrança de sua juventude de quando tentou sem sucesso frear um homem que batia em sua esposa indígena na rua, uma cena comum em algumas zonas bolivianas. Perante sua surpresa, segundo disse, foi a mulher que reagiu para rejeitar sua mediação, justificou a surra que sofria por parte do marido e depois ambos agrediram Morales por se meter na confusão. "Tive que escapar", lembrou ao insistir que as mulheres devem entender que seu marido não tem direito de agredí-las. EFE ja/ff (foto)

      sexta-feira, 26 de abril de 2013

      Violencia simbólica Mujeres







      Hasta hace unos días no sabían lo que significaba la expresión "violencia simbólica contra las mujeres" en realidad nunca había oído este término hasta que fui invitado por el Colegio Quince Coordinadora de Educación, donde soy profesor de religión, para presentar conferencias sobre el tema de estudiantes (varones), con base en los principios y la perspectiva cristiana a la vida y hacer frente a las mujeres, basando el tema propuesto en la Palabra de Dios. Confieso que fue un reto para preparar la presentación de conferencias y materiales, pero como me gustan los retos, le pregunté a la gracia de Dios y fui rostro. Ayer, Día Internacional de la Mujer, que podría dar conferencias y la gracia de Dios, todo lo trabajado.

      Pero, ¿qué sería la violencia simbólica contra las mujeres?

      En pocas palabras, podemos decir que la "violencia simbólica contra la mujer" pasa por las mismas actitudes degradantes, haciendo que sea visto y tratado como una cosa (objeto, fruta, animal, etc.), Sin reconocer que que fue creado por Dios y es una persona, por lo que debe ser tratado de la manera más digna posible. Un hecho interesante es que algunas personas que sufren este tipo de violencia no se queja y, en muchos casos, incluso contribuye a seguir siendo la misma y desarrollarse.
      En nuestros días es común ver y escuchar a las mujeres que se llaman eguinha, perro, pera, sandía, chamuscado, con un sentido de consumo y no como un cumplido, y estos conceptos se refuerzan por las canciones cantadas y bailó con frecuencia por las propias mujeres.
      A fin de presentar la contracultura del Reino de Dios, donde las personas son personas y que es cosa, me presenté a los estudiantes el reto de actuar como cristianos ante esta indignidad, falta de respeto y desprecio por las mujeres, ya que las mismas personas son creadas y amadas por Dios y debe ser tratado con respeto, cuidado y reconocimiento por sus grandes valores y sus contribuciones indispensables para el mantenimiento de la vida, la familia, la sociedad y la fe.
      Espero por Dios que hemos sido capaces de plantar las semillas de Evangelio conceptual en los corazones de los hombres, y que vienen a ver y tratar a las mujeres como Jesús los trataría como Él rescató a la dignidad de la mujer, incluso viviendo en una sociedad machista y la figura opresiva femenina.

                               Di NO a la violencia simbólica contra las mujeres, aunque lo mismo ocurre en una velada y disfrazado como una broma y jolgorio. Sigamos el ejemplo de Jesús, porque él enseña la teoría y práctica de cómo las mujeres deben ser tratados bien, respetado y digno de nuestra generación.

      Turismo


      Turismo

      Fachada de la Casa de la Moneda en Potosí.
      Chacaltaya, la pista de esquí a mayor altura del mundo y la más cercana al la línea del Ecuador.
      El turismo se concentra principalemte en La Paz, con el 46,5%; Santa Cruz 28,3% y Cochabamba8%, que suman el 82,2% del turismo receptivo internacional. En tanto que turismo interno estuvo dirigido a Santa Cruz con 28,7%; La Paz 23,6% y Cochabamba 15,4% que sumaron el 67,9 del total de los desplazamientos de los bolivianos en el país.
      Para el cierre de la gestión 2010, se esperaba la llegada a Bolivia de más de 1,7 millones de visitantes extranjeros. Ya son cientos de miles los bolivianos que trabajan en empleos directa o indirectamente relacionados con el turismo: hoteles, hosterías, restaurantes, centros de diversión nocturnos, transportes de pasajeros, aerolíneas, confección de souvenires, etc. Pero persisten, sin embargo, dos problemas que impiden un desarrollo integral de la actividad:
      • Intranquilidad política: la convulsión interna de los últimos años, con numerosos muertos, ha perjudicado la imagen del país en el exterior
      • Comunicaciones terrestres deficientes: salvo las carreteras que unen las tres principales ciudades, La Paz, Cochabamba y Santa Cruz, la red de caminos de Bolivia está en mal estado.
      Bolivia contiene diversos ecosistemas y suelos a lo largo de todo su territorio, y el turismo abarca todas las zona del país desde el Altiplano, con numerosas montañas y cerros a más de 6.000 msnmy paisajes desérticos, hasta la región de los Llanos, de clima tropical y exuberante vegetación. El extenso territorio del país está dotado de grandes atractivos turísticos, tanto históricos como naturales.
      La región andina se destaca como un centro favorito de los turistas extranjeros. Son atraídos por una región llena de montañas, algunas relativamente fáciles para la práctica de montañismo como el Huayna Potosí, cercano a la ciudad de La Paz.
      Las ruinas de Tiwanaku son algunas de las más importantes de América del Sur. El Parque Nacional Madidi*93 es considerado por la National Geographic como una región rica en biodiversidad. El Lago Titicaca*, a menudo llamado el lago que deseó ser mar, es el más alto lago navegable del mundo y cuna legendaria del Imperio inca.
      El Parque Nacional Noel Kempff Mercado*, localizado en el departamento de Santa Cruz, fue declarado Patrimonio Natural de la Humanidad por la Unesco. La impresionante belleza del paisaje, así como la variada y abundante vida animal y el interés botánico que encierran, han convertido a este paraje en uno de los centros turísticos más bellos del país. En el país también se encuentran las misiones jesuíticas, que aún se encuentran activas y conservadas,94 a diferencia de las de ArgentinaBrasil o Paraguay.95
      El Cerro Rico en la ciudad de Potosí, fue en su época la veta de plata más importante que se conociera. La Unesco declaró Patrimonio de la Humanidad a este cerro y a la ciudad de Potosí por presentar numerosas construcciones de estilo colonial, tales como la Casa de la Moneda, de la cual se acuñaban monedas de plata hacia el exterior.
      El Salar de Uyuni*, a menudo descrito como un mar hecho de sal96 es la mayor planicie continua de sal de la tierra, y cuenta con la reserva más grande litio en el mundo. Cerca a la zona existen otros atractivos turísticos como las lagunas de colores como Colorada yVerde, en el suroeste de Bolivia.
      La ciudad de Sucre, que también fue nombrada Patrimonio de la Humanidad, ciudad de los cuatro nombres, con siete patas y muchas construcciones coloniales.
      (*) Lugares nominados por el Viceministerio de Turismo de Bolivia para la elección de las Siete maravillas naturales del mundo97
      El motañismo es practicado en varios lugares del país dentro de Los Andes. Bolivia cuenta con alrededor de mil cimas a más de 5.000msnm, de las que al menos doce superan los 6.000 msnm; repartidas en cuatro cordilleras, tales como la Cordillera Real, el área principal para la práctica de los deportes de montañas en el país, la cordillera de Apolobamba, en el noroeste. Cabe recalcar que la pista de esquí de Chacaltaya es la más alta del mundo.
      La Ciudad de Tupiza, denominada "La Joya Bella de Bolivia enclavada en un hermoso valle rodeada de cerros colorados, paisajes increíbles, y su cultura, atraen a los turistas extranjeros todo el año.
      Bolivia cuenta con numerosos carreteras y caminos, algunos que datan del tiempo de los incas. La mayor parte de las rutas más importantes comienzan en los alrededores de La Paz, cruzan la Cordillera Real y acaban en la región tropical de Los Yungas. Los senderos más populares y recomendados son los denominados Choro, Takesi, Yunga Cruz, Mapiri, Camino de Oro, Circuito Illampu y Apolobamba.

      Culinaria


      Gastronomía
      Artículo principal: Gastronomía de Bolivia.


      Cuñapé, tipo de pan de yuca relleno de queso.


      Salteña, tipo de empanada rellena con un jigote de carne o pollo con papa y otras especias.
      La cocina boliviana tiene numerosos elementos comunes con la gastronomía de los países vecinos, especialmente el consumo de productos considerados típicamente regionales. Sin embargo, debido a la variedad de zonas climáticas, la cocina boliviana es muy rica y diferenciada según la tradición culinaria de cada región.
      La gastronomía boliviana tiene unas profundas raíces étnicas, europeas y árabes, y transformadas por el mestizaje y los diferentes momentos históricos que el país ha experimentado, la gastronomía boliviana ha sumado platos, diferentes mezclas y preparados a una larga lista que abarcan todas las variedades de la comida boliviana.
      En los platos de la zona del altiplano boliviano abunda las féculas e hidratos de carbono, como por ejemplo la patata, ingrediente que suele acompañar la mayoría de los platos, especialmente las patatas deshidratadas llamadas chuño o ch'uñu, principalmente en el Departamento de La Paz, también sobresale el chairo, un caldo de cordero u oveja con papas, chuño y verduras. Tiene la particularidad de no tener carne, consta de una porción de habas cocidas, una rodaja de queso criollo frito, una papa con cáscara cocida, un choclo cocido y abundante salsa llamada llajwa. 73


      Mate de coca, infusión tradicional de la cultura andina.
      En los valles subandinos bolivianos se produce una gran variedad de frutas y vegetales, granos y legumbres. Sin embargo, el producto más importante es el maíz, del cual existen muchas variedades, como el Kulli o maíz morado, el ch'uspillu o el willkaparu (Tupiza, Tarija, Cochabamba, Chuquisaca). Entre los platos típicos de los valles centrales (Cochabamba), se cuenta la sajta, el pollo servido en una salsa de pimientos picantes; el pacumutu, filetes de carne vacuna; la salteña,74 el sillp'anchu, carne macerada con huevo encima; el pique macho, carne picada con cebollas, el Falso conejo, el tranca-pecho, los anticuchos y las empanadas de carne. Entre los platos típicos de las provincias en el departamento de Cochabamba está el Uchuku (Sopa de ají acompañado de relleno de papa con queso de cabra, arroz, huevo, chuño, carne de pollo y pato, papa, lengua de res y el frito de "chilijchi"); plato de la región de Aiquile.
      El plato tradicional de la ciudad de Tarija es el Saice el mismo que se prepara con carne molidad de res, papa harinosa, arvejas y se lo acompaña con arroz, fideo y chuño rebosado con queso y huevo, también se lo sirve con ensalada de tomate, lechuga y cebolla.
      La gastronomía tradicional de la ciudad de Tupiza es variada y tiene los siguientes platos: el K'asa uchu, tamales, humintas, patasq'a, guiso de palqui, picante de cabrito, asado de cabrito, chivo o cordero a la cruz, tortillas elaboradas con leche de cabra, harina de maíz y sal también se tiene el queso de cabra.
      Las Qaras a la brasa es un plato típico de la región de los valles, en una zona próxima de los departamentos de Santa Cruz y Chuquisaca, más propiamente en la provincia de Vallegrande, ubicada en el departamento de Santa Cruz. Contiene mote, papas, chuletas de cerdo, y el cuerrillo de cerdo que está cocido sobre las brasas vivas, es un plato delicioso sobre todo el preparado de la carne y el cuerillo. El Asadito colorado75 es otro plato típico de la provincia de Vallegrande; consiste en lo siguiente: está hecho de carne de cerdo, preparada con condimentos, especialmente un colorante rojo por lo cual lleva el nombre, se cuece en la misma manteca que escurre de la carne. Se acompaña con papas cocidas, ají, a veces pan, si se desea.
      En las tierras bajas o llanos, la yuca reemplaza a la papa y es más frecuente el uso de hortalizas. Se produce azúcar, plátanos, almendras, frutas tropicales, soja y carne de res. El plato principal de los llanos es el locro, una sopa de arroz con charque (ch'arki) o pollo.
      Los platos son elaborados sobre la base de maíz, como el locro de maíz blanco, los tamales hechos con una base de maíz rellena con una rehogado en manteca y cebolla, ají picante pimentón y carne picada, y la huminta en chala, elaborado con choclo (maíz tierno) rallado, azúcar y canela, con una salsa de tomates, morrones y pimentón, envueltos también en chalas (hojas de maíz) y hervidos como los tamales.
      El Chipilo, tradicional del departamento del Beni. Se trata de plátano verde cortado en láminas muy delgadas y frito en aceite. Su sabor se asemeja a una galleta salada.
      En la comida del oriente se destaca la sopa tapada que es un plato típico de los llanos al noreste del país que básicamente consta de tres capas: una de arroz y otra de un preparado de carne con huevo y plátano con unas aceitunas más o menos como un pastel de fideo.
      En esta parte del país, extremadamente húmeda, se preserva la repostería de una manera muy ingeniosa: Se deja en el horno al fuego lento hasta que se deshidrata y endurece. Para consumirla, se remoja en el café o en la bebida caliente con la cual se está acompañado.
      En el oriente boliviano se consume mucho el tujuré con leche, elaborado a base de maíz, lejía y leche, se consume caliente o frío.
      Entre los postres bolivianos, destacan los pasteles de dulce, el queso de cabra (Tupiza, Tarija) y el dulce de lacayote. Bebidas típicas están la chicha (Tupiza, Tarija, Chuquisaca, Cochabamba), la yerba mate, el mate, el api y el mate de coca, así como bebidas alcohólicas como el singani el licor nacional del país, vinos, chicha, aloja (en Tarija, Tupiza, Cotagaita), etc.

      Literatura


      Literatura

      Adela Zamudio, una de las principales figuras de la literatura boliviana.
      En el periodo colonial se destacaron escritores como Antonio de la Calancha y Vicente Pazos Kanki, mientras que a inicios de la vida republicana sobresale Juan Wallparrimachi. Durante buena parte del siglo XIX, el historiador Gabriel René Moreno es el principal referente de las letras bolivianas.
      Las primeras obras literarias bolivianas aparecen a fines del siglo XIX e inicios del siglo XX con autores como Nataniel AguirreRicardo Jaimes FreyreAlcides ArguedasFranz Tamayo,Gregorio ReynoldsJaime Mendoza y Armando Chirveches. Durante la primera mitad del siglo XX se destacan principalmente Adela ZamudioDemetrio CanelasAbel AlarcónTristán Marof,Enrique Finot y Javier del Granado.
      Durante la segunda mitad del siglo XX se acentúan las obras literarias nacionalistas, destacándose escritores como Augusto Céspedes,Carlos MedinaceliAntonio Díaz Villamil,Óscar AlfaroRaúl Botelho GosálvezJoaquín Aguirre Lavayén, entre otros. Por otra parte, se consagran escritores que marcan una nueva manera de hacer literatura universal en Bolivia como Jaime SáenzÓscar CerrutoJulio de la VegaJesús UrzagastiJesús LaraRaúl Otero ReicheAdolfo Costa Du RelsRenato Prada OropezaEduardo MitrePedro ShimoseNéstor Taboada TeránGastón Suárez, entre otros.
      Dentro del panorama literario contemporáneo se destacan escritores de distintos géneros, muchos de ellos impulsados por el Premio Nacional de Novela creado en 1998Gonzalo Lema,Edmundo Paz SoldánWolfango MontesCé MendizábalRamón Rocha MonroyHomero CarvalhoJuan de RecacoecheaVíctor MontoyaAdolfo CárdenasGiovanna RiveroWilmer UrreloRodrigo HasbúnVíctor Hugo ViscarraClaudio Ferrufino-CoqueugniotSebastián Antezana son los principales referentes.

      Cultura e Patrimônios Cuturais


      Cultura

      Artículo principal: Cultura de Bolivia.
      La cultura boliviana contemporánea es el resultado de la fusión de las culturas incaica e hispánica que ha sabido preservar las tradiciones de sus ancestros en las vestimentas, la lengua y el estilo de vida.
      En Bolivia existen alrededor de 40 grupos étnicos, que en muchos casos conservan sus tradiciones, culturas e idiomas.
      Bolivia presenta en todas sus variantes culturales una enorme influencia indígena.
      [editar]Patrimonio cultural
      Artículo principal: Patrimonio de la Humanidad en Bolivia.
      El patrimonio cultural de Bolivia está constituido por todos los bienes culturales intangibles y tangibles, tanto muebles como inmuebles, encontrados o producidos en el territorio boliviano, como producto individual o colectivo, que como testimonio de creación humana material o inmaterial artística, científica, arqueológica, urbanística, documental o técnica que sean susceptibles de una declaración de este carácter.
      El Estado boliviano reconoce la conformación pluricultural, multiétnica y plurilingüe de la Nación, y consagra los principios de la interculturidad, interinstitucionalidad y participación social como pilares de la conservación integrada del patrimonio cultural de Bolivia.
      El Estado tiene como una de sus más altas funciones, la protección con equidad del patrimonio tangible e intangible de todas las culturas que se desarrollan en territorio nacional y que conforman el patrimonio cultural de Bolivia, y promueve el reconocimiento, rescate, recreación, preservación, conservación integrada, acceso y difusión del patrimonio cultural como un derecho de todos los habitantes del país.
      Bolivia encierra una enorme riqueza histórica y cultural, que se expresa en una universalmente elogiada importancia turística para los amantes de la naturaleza, la antropología, la arqueología y la paleontología.
      Patrimonios de la Humanidad de la UNESCO de Bolivia

      Idiomas


      Idiomas
      Artículos principales: Idiomas de Bolivia e Idioma español en Bolivia.


      Distribución geográfica de las lenguas nativas de Bolivia
      Bolivia tiene una rica variedad lingüística producto de su condición multicultural.
      La Constitución Política del Estado reconoce 37 idiomas oficiales, incluyendo además del castellano todos los idiomas de las naciones indígenas originarias de Bolivia.45
      Son idiomas oficiales del Estado el castellano y todos los idiomas de las naciones y pueblos indígena originario campesinos, que son el aymara, araona, baure, bésiro, canichana, cavineño, cayubaba, chácobo, chimán, ese ejja, guaraní, guarasuawe, guarayu, itonama, leco, machajuyai-kallawaya, machineri, maropa, mojeño-trinitario, mojeño-ignaciano, moré, mosetén, movima, pacawara, puquina, quechua, sirionó, tacana, tapiete, toromona, uruchipaya, weenhayek, yaminawa, yuki, yuracaré y zamuco.
      Constitución Política del Estado (Artículo 5, Parrágrafo I)
      El Castellano es el idioma oficial más hablado en todo el país según el Censo de 2001,46 por un 88,4% de los habitantes como lengua materna o segunda lengua en algunas poblaciones indígenas. Los documentos legales y oficiales del Estado, incluyendo la Constitución Política, las principales instituciones privadas y públicas, los medios de comunicación y las actividades comerciales utilizan este idioma. No obstante, los funcionarios públicos deberían hablar junto al castellano por lo menos una lengua indígena.
      Entre los principales idiomas indígenas. Ordenadas por número de hablantes, las principales lenguas indígenas son:
      Quechua (28% de la población, Censo 2001): Fue la lengua de oficio del Imperio inca. Es hablado principalmente en los departamentos de Cochabamba, Chuquisaca, Oruro y Potosí.
      Aymara (18% de la población, Censo 2001): Lengua de origen anterior a la civilización inca. Hablado principalmente en el departamento de La Paz, parcialmente en el Oruro y el Potosí.
      Guaraní (1% de la población, Censo 2001): Es hablado en el departamento de Santa Cruz y en la región de Gran Chaco.
      Otros (4% de la población, Censo 2001): Destacándose el moxeño en el departamento del Beni dentro las lenguas indígenas
      Dentro las lenguas extranjeras, son más frecuentes el inglés y el portugués o su mezcla con el castellano denominada portuñol.
      [editar]Religión

      Biodiversidade


      Biodiversidad
      Artículo principal: Biodiversidad de Bolivia.



      Biodiversidad de Bolivia, aves de distintas ecorregiones: andina (Cóndor), chaqueña (Ñandú) y tropical (Tucán).
      Bolivia es considerado como un país megadiverso,39 pues se sitúa entre los once países del mundo con mayor variedad de seres vivos, ecosistemas y diferencias genéticas dentro de cada especie que permiten la combinación de múltiples formas de vida.
      Su gradiente altitudinal, que oscila entre 90 y 6.542 msnm, permite contar con esta amplia diversidad biológica. Su territorio comprende 4 tipos de biomas, 32 regiones ecológicas y 199 ecosistemas. Se destacan los ecosistemas de la amazonía, los yungas), la chiquitanía, el chaco y los bosques interandinos. En este espacio geográfico megadiverso cohabitan distintas reservas naturales como los parques nacionales: Noel Kempff Mercado, Madidi, Tunari, Eduardo Avaroa, Kaa-Iya, entre otros.
      La biodiversidad de especies se divide en:
      Plantas: Al contar con más de 20.000 especies con semillas, de las cuales se estiman en más de 1.200 especies de helechos, más de 1.500 especies de hepáticas o musgos, y por lo menos ochocientas especies de hongos. Además, se conocen más de 3.000 especies de plantas medicinales, por lo que Bolivia es considerada como el lugar de origen de especies como los locotos, ajíes, pimientos, maníes, poroto o alubias, yuca o mandioca y diversas variedades de palmeras. Por otro lado, en sus tierras se producen más de 4.000 variedades de patatas en una amplia gama de colores, formas y tamaños.
      Vertebrados: Entre los diez países más diversos con más de 2.900 especies, distribuidas en: 398 de mamíferos, más de 1.400 aves (70% de aves conocidas en el mundo, 6° país con mayor cantidad de especies40 ), 204 de anfibios, 277 de reptiles y 635 de peces de agua dulce, puesto que el país no cuenta con salida al mar. Además se han identificado más de 3.000 especies de mariposas, por lo que el país ocupa el cuarto lugar en el mundo. Existen también más de 50 especies de animales domésticos.
      Pese a que el territorio boliviano sólo alberga alrededor del 3,5% de los bosques del mundo, la diversidad biológica del país representa entre el 30 y 40% del total mundial. Un alto porcentaje de las especies de flora y fauna son endémicas puesto que sólo habitan en el área delimitada. La mayor concentración de plantas endémicas se encuentran en los Andes. Más específicamente en los yungas y en los valles secos interandinos.

      Historia da Bolívia



      Periodo prehispánico

      En Bolivia aparecen restos de ocupación humana desde el 12.000-10.000 a.C. en el Yacimiento de Viscachani.12 Hasta el 1200 a.C. se desarrollan unas culturas sedentarias en el altiplano. A partir de esta fecha, las culturas Chiripa y Wankarani son las dos más importantes del periodo formativo.
      La cultura de Tiwanaku, cerca del Lago Titicaca, marca un momento de florecimiento cultural de la zona altiplánica. En torno al 1100 a.C. esta cultura desaparece, aunque la causa no está aún definida, investigaciones del historiador Max Uhle reportan que sus territorios fueron invadidos por grandes oleadas militares procedentes del sur (lo que actualmente es Tucumán al norte de Argentina y Coquimbo, al norte de Chile). Dichos invasores serían la etnia conocida como los aimaras. No se sabe con exactitud que motivó a los aimaras a buscar mejores tierras al norte y desplazar a los tiahuanaco, probablemente fueron cambios climáticos, o quizá la invasión de otros pueblos.
      Cualquiera que sea la causa, los aimaras atacaron repentina y contundentemente logrando ganar todo el territorio del Collao para ellos, mientras tanto los tiahuanacos dispersos se vieron obligados a emigrar por el norte. Según evidencias arqueológicas descubiertas por Francis de Castelnau en 1845, y respaldadas por Max Uhle, Tiahuanaco fue atacado cuando aún estaba poblada.
      Los aymaras, luego de una lucha entre los diferentes grupos que habitan la región (aymaras, urus, collas, lupacas, y pacajes), establecen un dominio que abarca partes del sudeste del Perú y oeste de Bolivia.
      El dominio del Reino Colla de los aymaras perduró hasta 1438,12 cuando el Inca Pachacútec  incorpora el altiplano boliviano al Tahuantinsuyo, los incas decían ser descendientes de los Tiwanakus (la primera etnia inca en Cuzco habría sido una caravana de inmigrantes llegados del reino altiplánico Tiahuanaco (motivo por el que la realeza inca hablaba en lenguaje puquina y no en quechua).13
      Durante períodos posteriores, los incas intentan sin éxito conquistar el oriente boliviano (en general, no incursionaron mucho en la selva con la que limitaba de su vasto imperio), que estaba habitado por etnias de linajes amazónidos y pámpidos que eran principalmente cazadoras-recolectoras, destacándose los chanés y guaraníes llamados despectivamente "chiriguanos" por los Incas. En el incanato de Huayna Cápac, se levantan fortalezas para detener el avance de los chiriguanos.
      En las regiones orientales de Moxos y Baures, entre los siglos IV a. C. y XIII d. C., se desarrolló la Cultura Hidráulica de las Lomas, la más extensa del continente americano.14
      [editar]Conquista española y periodo colonial


      Sumac Orcko o Cerro Rico de Potosí. Imagen de Pedro Cieza de León, 1553.
      El primer europeo en llegar al actual territorio de Bolivia fue Alejo García en 1520, quien llegó hasta Mizque al servicio de la corona portuguesa que es cuando se empieza a tener noticias de que seres barbados y vestidos con armaduras merodeaban el Imperio. El primer español en llegar para colonizar estas tierras fue Diego de Almagro, después de partir del Cuzco con el fin de conquistar Chile. Muerto Almagro, Francisco Pizarro envió a su hermano Gonzalo a conquistar y colonizar la región del Collasuyo. Pedro de Anzúrez fundó La Plata (Actual Sucre) en 1538, Potosí surgió en 1545, La Paz en 1548, Santa Cruz de la Sierra en 1561 y Cochabamba en 1571.
      La colonización española se caracterizó por presentar una base minero-agrícola. La ciudad de Potosí, la más poblada de América en 1574 (120.000 habitantes), se convirtió en un gran centro minero por la explotación de las minas de plata del Cerro Rico de Potosí y en 1611 era la mayor productora de plata del mundo. El rey Carlos I había otorgado a esta ciudad el título de villa imperial después de su fundación. La región oriental de Moxos fue anexada al Imperio español en el Siglo XVI.
      Durante algo más de 200 años el territorio de la actual Bolivia constituyó la Real Audiencia de Charcas, uno de los centros más prósperos y densamente poblados de los virreinatos españoles.
      Potosí empezó su decadencia en las últimas décadas del Siglo XVIII al quedar la minería de la plata en un estado de estancamiento, como consecuencia del agotamiento de las vetas más ricas, de las anticuadas técnicas de extracción y de la desviación del comercio hacia otros países. Con la llegada de la Casa de Borbón a la corona española en 1700, se profundiza la institución de la Encomienda para revertir la caída de la economía minera, imponiéndose mayor rigurosidad al trabajo de la mita y al tributo indígena.
      En 1776, la Real Audiencia de Charcas, que hasta entonces formaba parte del Virreinato del Perú, fue incorporada al Virreinato del Río de la Plata.
      [editar]Independencia y consolidación de la república
      Artículo principal: Declaración de Independencia de Bolivia.


      Libertador Simón Bolívar, héroe de la emancipación americana y 1º Presidente de Bolivia.
      Entre 1779 y 1781 se produjeron levantamientos indígenas a la cabeza de personajes como Tomás Katari, Túpac Amaru II y Túpac Katari que se oponían al cobro excesivo de tributos, los abusos de la mita y el desconocimiento de otros derechos. Los levantamientos fueron controlados por los españoles, pero antecedieron a las luchas independentistas del Siglo XIX.
      Las sublevaciones de las ciudades de Chuquisaca (Actual Sucre) y La Paz de 1809 fueron el punto de arranque de las guerras de independencia hispanoamericanas. Desde 1811, a partir de la revolución de mayo acaecida en la ciudad de Buenos Aires en 1810 se sucedieron hasta 1820 tres expediciones auxiliares argentinas incluyendo la de Ignacio Warnes en Santa Cruz de la Sierra, pese a esto y pese a los esfuerzos de las republiquetas, (siendo la más exitosa en este sentido la Republiqueta de Ayopaya), los realistas disputaron tenazmente el control hasta la muerte de Pedro de Olañeta (nombrado último virrey). El país se declaró independiente el 6 de agosto mediante la Asamblea General de Diputados de las Provincias del Alto Perú en 1825 con el nombre de República de Bolívar que fue cambiado por República de Bolivia independizándose de Perú.


      Mariscal Andrés de Santa Cruz, héroe nacional y 7° Presidente de Bolivia.


      Batalla de Ingavi y muerte de Gamarra. Óleo anónimo del Museo Nacional de Historia de Lima.
      En 1826 el libertador Simón Bolívar otorgó al país la primera Constitución, que fue aprobada por el Congreso de Chuquisaca. Posteriormente, Antonio José de Sucre, Gran Mariscal de Ayacucho, fue elegido Presidente de la República de Bolivia.
      El General Sucre es el Padre de Ayacucho: es el redentor de los hijos del Sol;
      es el que ha roto las cadenas con que envolvió Pizarro el imperio de los Incas.
      La posteridad representará a Sucre con un pie en el Pichincha y el otro en el Potosí,
      llevando en sus manos la cuna de Manco-Capac
      y contemplando las cadenas del Perú rotas por su espada.
      Simón Bolívar
      Desde su emancipación, Bolivia se sumergió en un estado crónico de revoluciones y guerras civiles. Los primeros 50 años de la República se caracterizaron por la inestabilidad política y por constantes amenazas externas que ponían en riesgo su independencia, soberanía e integridad territorial. En 1825, el Imperio del Brasil invadió el oriente del país, ocupando la provincia de Chiquitos. En ese entonces, el Mariscal Antonio José de Sucre envió un ultimatum, amenazando con enviar al ejército libertador a expulsar a los invasores. La provincia fue evacuada por los brasileños. Posteriormente, se produce la invasión de tropas peruanas de 1828, lideradas por Agustín Gamarra y cuyo objetivo principal era forzar la salida de las tropas de la Gran Colombia. El conflicto concluyó con el Tratado de Piquiza y la retirada peruana de suelo boliviano tras lograr la renuncia del presidente Sucre y la instauración de un gobierno sin influencia bolivariana.